quinta-feira, 10 de março de 2011

Teste intermédio de filosofia: a hora do balanço crítico



Quem o fez, quem o resolve e quem o corrige


O teste intermédio de filosofia visto de três perspectivas
Carlos Café
Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes


Dia 7 de Março de 2011 foi a data limite para as escolas enviarem para o Gabinete de Avaliação do Ensino Secundário do Ministério da Educação os resultados e a apreciação crítica do teste intermédio de filosofia. Os professores tiveram a oportunidade de comparar os resultados dos seus alunos e avaliar o teste por eles realizado em condições invulgares: o mesmo teste, à mesma hora, em todo o país. Estranhamente, dois terços das escolas decidiram ficar de fora deste processo. Pessoalmente, tenho dificuldade em encontrar um argumento pedagogicamente relevante para sustentar esta decisão, até porque cabia aos grupos disciplinares de cada escola atribuir o peso que o teste teria para os alunos, além de que a não cotação de conteúdos não leccionados estava à partida assegurada. Seja como for, quem decidiu realizar o teste intermédio proporcionou aos seus alunos uma experiência que decerto lhes será útil. E reflectiu em grupo sobre as aprendizagens, os resultados e a qualidade do próprio teste. Penso que esta reflexão deve continuar a ser feita, agora num âmbito mais alargado e público. Este artigo é um contributo para isso.

Começa assim o artigo que escrevi para a Crítica sobre o assunto. Que pode ser lido aqui.


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